Show – Audio Club – SP
segunda-feira março 30, 2015 às 21:27 | Arquivado em: Notícias, Shows

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Depois de lançar o SETEVIDAS em agosto de 2014, Pitty retorna com a turnê ao Audio Club, casa de shows e eventos de São Paulo que fica localizada na Barra Funda no dia 04 de Julho.

Data/Hora: 04/07/2015 – Abertura: 22:00
Local: Audio
Censura: 18 Anos
Taxa de Serviço: 18.00%

Ingressos:
PISTA – Meia – 1º R$ 40,00
PISTA – Inteira 1º R$ 80,00
Compre aqui

Confira fotos da última apresentação da banda no audio:

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Ghow entrevista Pitty
segunda-feira às 13:39 | Arquivado em: Notícias

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A Pitty era o nome brasileiro mais aguardado do Lollapalooza e correspondeu à altura! Com exclusividade, a cantora falou sobre o setlist de sua apresentação no festival. “Procurei equilibrar essa coisa de estar numa turnê de disco novo e tocar no festival. Quero sair do lugar comum, mas quero que as pessoas se divirtam”, conta.

Durante o festival, a cantora St. Vincent comentou sobre seu show no Rio em que algumas pessoas da plateia pediam para que ela saísse do palco. Pitty não sabia do ocorrido e confessou que já passou por isso também. Mas, que aos poucos, a desconfiança acabou. “Temos que nos dar a mão para que todas consigam se impor. Mulher pode tudo”, afirma Pitty.

CLIQUE AQUI E ASSISTA A ENTREVISTA

Confira no Gshow os melhores momentos do show da Pitty no Lollapalooza.

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Fotos – Pitty no Lollapalooza 2015
domingo março 29, 2015 às 22:27 | Arquivado em: Notícias

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Principal atração brasileira deste domingo (29) no Lollapalooza, Pitty tocou para pouca gente um palco secundário (merecia mais públicos), mas fez um show emocionante e foi “adorada” pelos fãs presentes.

Em apresentação cheia de seus principais hits (antigos e recentes), a baiana mostrou, mesmo para quem eventualmente não conhecesse aprovasse o repertório, que tem uma banda entrosada e boa de palco. E ela nunca cantou tão bem.

Pitty faz muito bem ao inaugurar a apresentação com “Setevidas”, sucesso e nome do último disco, e em seguida emendar uma antiga conhecida, “Admirável chip novo”. Obtém, assim, aprovação imediata. São faixas de peso e fácil reconhecimento pela audiência.

Confira matéria completa no site G1 e as fotos em nossa galeria:

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Entrevista – Rolling Stone
sábado março 28, 2015 às 20:05 | Arquivado em: Notícias

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Dois mil e quatorze foi um ano de renovação para a baiana Pitty. Depois de dois anos (2011 a 2013) com o duo indie acústico Agridoce, ela juntou-se novamente aos companheiros de banda para colocar de novo as guitarras em evidência, em um disco maduro e ambicioso, Setevidas.
Afirmando que seus shows são “organismos vivos”, Pitty admite que a atual turnê (Setevidas) é a “mais profissional” da carreira e comenta as novas faixas dela preferidas de serem tocadas ao vivo (“Pequena Morte” e “Boca Aberta”).

Vocês já estão em turnê há um bom tempo com o Setevidas. Qual a maior diferença entre os shows de agora e os do começo da turnê?
O show é organismo vivo e vai se modificando na própria estrada, à medida que se faz. Já testamos bastante coisa do começo da turnê até aqui: repertório, ordem das músicas, luz e projeções. Tudo foi se ajeitando com o tempo e acho que hoje chegamos num formato bem redondo. Mas gosto de deixar espaço para improvisos e novidades, então tem sempre algumas músicas extras na manga e a gente vai trocando dependendo da situação do show, do dia.

O Setevidas traz toda uma temática de reconstrução, de uma “nova vida”. Entretanto, em cima do palco, você ainda dá muito espaço para diversas canções antigas. Por quê?
Porque elas fazem parte da minha história e as pessoas que vão ao show querem ouvir essas músicas também. Às vezes aquela é a única vez que a gente passa na cidade, imagina não tocar aquela que, de alguma forma, faz parte da vida da pessoa? E aí o que fizemos para trazer as músicas antigas para essa “nova vida” foi mexer nos arranjos, acrescentar outros instrumentos, dar uma nova cara a elas, mais condizente com o momento artístico atual.

Leia a entrevista na íntegra clicando aqui.

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Clipe de “Um leão” ganha nota em site mexicano
sexta-feira março 27, 2015 às 18:46 | Arquivado em: Notícias

Com a chamada “Pitty estrena su clip para ‘Um Leão’“, o site mexicano Highness Magazine anuncia a estreia do novo clipe de Pitty.

Clique aqui e veja a notícia.

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Pitty revela seus filmes favoritos
sexta-feira às 18:38 | Arquivado em: Notícias

A cantora e compositora Pitty é viciada em filmes. Em entrevista ao Telecine, ela contou que vai ao cinema pelo menos uma vez por semana. Ela precisaria de sete vidas pra assistir a todos os filmes que gostaria, mas separou um tempo pra eleger alguns de seus longas favoritos.

Na sua lista, Pitty incluiu filmes de diretores importantes de Hollywood. Uma das produções é uma visão lúdica e cheia de simbolismos sobre sonhos; outra, uma espécie de cinebiografia que divide as facetas de um artista em seis personagens distintos; a última é um longa premiado de um diretor polêmico dividido em duas partes.

Confira o Top 3 abaixo:

Fonte: telecine.globo.com

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Por que assistir ao show da Pitty no Lollapalooza
sexta-feira às 18:24 | Arquivado em: Notícias

Luis Fernando Pereira, crítico cultural e editor/administrador do site Cabine Cultural, dá bons motivos para você assistir ao show da Pitty no Lollapalooza 2015. Além disso, Luis Fernando coloca a apresentação de Pitty no Top 5 de shows imperdíveis do festival. Confira:

 

Neste fim de semana, nos dias 28 e 29 de março, acontece em São Paulo mais uma edição doFestival Lollapalooza, que hoje pode ser considerado o segundo evento musical mais importante do país, perdendo somente para o Rock in Rio. Na grade, alguns dos nomes mais interessantes da música atual (Pharrel, Bastille, Marina and the Diamonds) e da história (Robert Plant, The Smashing Pumpkins e Jack White).

Assim, dentre as dezenas e mais dezenas de atrações, fica até difícil escolher quais são os shows mais imperdíveis do evento. Porém existe um mais especificamente que deve entrar na lista, e lá na posição de cima. Pitty, a baiana que conquistou o país na última década cantando um rock visceral e enérgico, volta aos palcos paulistanos e promete fazer um show memorável. Razões para isso não faltam.

Em primeiro lugar, a cantora estará, mesmo sabendo que show de festival é diferente, levando a turnê de seu mais recente álbum para o palco. Este mais recente trabalho, SeteVidas, é definitivamente o mais maduro e interessante de toda a sua carreira. Pitty conseguiu aquela equação que poucos conseguem: ficar mais maduros e experientes, sem perder a energia e a relevância.

SeteVidas é um álbum tão raivoso quanto os seus primeiros, e tão enfurecido também. Pesado, tem, no entanto, um trabalho de composição bem mais caprichado, sutil e engenhoso que os anteriores, e isto acaba sendo consequência de um trabalho de produção mais bem cuidado que os outros. Pitty soube se cercar de grandes talentos nacionais e internacionais na produção de seu mais recente trabalho.

 

Clique aqui e leia a matéria na íntegra.

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Pitty lança clipe de “Um Leão”
sexta-feira às 16:20 | Arquivado em: Notícias

Pitty liberou no youtube um novo clipe. O vídeo é da faixa “Um Leão”, do seu mais recente álbum “Setevidas”, e faz parte do DVD “Pela Fresta”. Pitty aparece dançando sozinha durante todo o clipe em preto em branco. Confira:

“Pela Fresta” foi lançado no último dia 24 de março e conta com clipes inéditos, incluindo o de “Um Leão”, uma galeria de fotos exclusiva, performances ao vivo em estúdio e um documentário com imagens inéditas.

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Pitty e a Raposinha Sapeca
quinta-feira março 26, 2015 às 18:53 | Arquivado em: Notícias

E não é que a Pitty levou a Raposinha Sapeca para o Lollapalooza? Confira o vídeo clicando na imagem abaixo:

 

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Entrevista – Revista Rumo
quinta-feira às 18:44 | Arquivado em: Notícias

Depois de um período agitado – dentro e fora dos palcos – a cantora Pitty retorna às paradas com um álbum inédito no qual mostra a alma de uma artista inquieta e sem medo de correr riscos. No ouvido de quem gosta da combinação entre riffs de guitarra e letras existencialistas desde o início dos 2000, Priscila Novaes Leone é quase uma unanimidade entre os fãs do rock n’ roll cantado em português. Do lançamento do aclamado “Admirável Chip Novo” até a produção de “Sete Vidas” – disco que veio ao mundo no final de 2014 – muita coisa mudou na vida da baiana de 37 anos. Com quatro discos na bagagem – sem contar uma incursão pelo universo folk com o projeto paralelo “Agridoce”, ao qual vinha se dedicando nos últimos anos – a roqueira sempre buscou na própria rotina a inspiração para compor a maioria de suas criações. Com o novo trabalho não poderia ser diferente e o resultado são dez canções que pintam com perfeição o retrato da ruiva nos últimos anos. Ao ouvido mais atento, está tudo lá: a dor da perda do colega de banda Peu, o desafeto público com o ex-baixista Joe e até mesmo a tristeza pela morte de Lou Reed. Entre mortos e feridos, Pitty salvou a música e, com o microfone em punho, exorciza o passado e recebe o presente de coração aberto. E tudo isso mais tatuada, sexy e intensa do que nunca!

Qual a sensação de estar voltando a fazer música com sua banda depois de passar um tempo em outros projetos?
Maravilhosa! E natural também. Eu já sabia que isso ia acontecer e que eu precisava cumprir um ciclo, dar um tempo, renovar as ideias e aí então botar a mão na massa de novo.

O nome do álbum – “Sete Vidas” – tem alguma ligação com o que você andou vivendo nos últimos anos? A música seria uma espécie de
Tem a ver, sim. Os acontecimentos de 2013, especificamente, me fizeram ter vontade de escrever de novo, e os assuntos giravam em torno de recomeço, resiliência, morte e vida. Tem eufemismo e tem metáfora aí no meio, mas muita coisa acabou e outras começaram, e isso acabou transbordando para o disco como um todo.

Recentemente, você resolveu levar seu trabalho para outras mídias, com o lançamento de um livro de fotos de sua carreira. No futuro, pensa em se aventurar em áreas como a literatura ou o cinema?

Nunca pensei efetivamente, mas são coisas que eu gosto… Amo cinema e literatura tanto quanto música ou fotografia, é natural que em algum momento as linguagens dialoguem. Estou aberta a todas as aventuras e vontades que a vida botar no meu caminho.

E a emoção de voltar para estrada com um trabalho novo e tão pessoal?
Estamos na turnê e está sendo muito massa tocar essas músicas ao vivo. Procurei montar o show de forma que o disco esteja o mais fielmente possível representado ali. Temos mais um músico agora e com a adição de lap steel, teclados e percussão a gente consegue reproduzir direitinho a atmosfera do “Sete Vidas”.

Como é viver em um meio predominantemente masculino e de que forma este convívio intenso – especialmente com seus colegas de banda – influencia na sua maneira de criar?
Eu cresci assim, me criei assim! Não conheço outro universo, então a adaptação é total e tranquila. Eu tenho a sorte de conviver com homens sensíveis, inteligentes e modernos que passam longe do estereótipo machista. Entre nós, somos iguais e esse é o tipo de relação que gostaria de ver no mundo. Criamos juntos, pensamos juntos, crescemos juntos enquanto banda e não há distinção ou privilégio por questão de gênero aqui dentro. Há nuances, lógico, da coisa de ser homem e ser mulher, mas isso é legal e faz parte. Não é nada que separa, é coisa de jeito de cada um mesmo.

Mesmo longe dos programas de auditório e trilhas de novela, o rock nacional ainda mostra sinais de intensa criatividade. Como você analisa a cena roqueira no Brasil?
O rock independe de moda ou demanda de mercado. Ele existe porque precisa existir. Em qualquer cidade, em qualquer quebrada vai ter um moleque querendo pegar uma guitarra e dizer umas coisas. Essa é a chama primordial da parada. O resto a gente se adapta, às vezes está mais em voga, às vezes não, mas é assim mesmo.

O que anda rolando na sua playlist? Que artistas têm merecido sua atenção?
Descobri um cara chamado Lo-Fang que lançou um disco lindo no ano passado. Mas ouço tanta coisa diferente! Hoje tava escutando The Buttshakers, ontem foi Sonics, outro dia uma playlist de afrobeat brasileiro e por aí vai…

O tema desta edição da revista é “faça com alma”. O que é pra você colocar alma naquilo que você faz?
É o que faz as coisas terem sentido. É quando você encontra um jeito de se traduzir, de se reconhecer, de se lapidar. Conseguir botar alma no que faz é um encontro com o divino, com o sagrado. É, talvez, onde moram os deuses.

Fonte: revistarumo.com.br

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